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	<title>CS Lume &#8211; Revista A Boia</title>
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	<description>Contracultura dende a ria.</description>
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		<title>Direito de autodeterminaçom: a vontade dum povo e a negaçom práctica.</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 13:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[autodeterminaçom]]></category>
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					<description><![CDATA[Os direitos humanos nom fôrom regalados polas classes dominantes. Fôrom, pola contra, as classes oprimidas e a sua luita por umhas condiçons de vida dignas quem pressionárom para a articulaçom da Declaraçom dos Direitos humanos e os Pactos Internacionais dos &#8230; <a href="https://aboia.ecoarglobal.org/?p=952">Sigue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="https://aboia.ecoarglobal.org/wp-content/uploads/2014/01/Numero-09-3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-953" alt="LUME!" src="https://aboia.ecoarglobal.org/wp-content/uploads/2014/01/Numero-09-3.jpg" width="451" height="541" srcset="https://aboia.ecoarglobal.org/wp-content/uploads/2014/01/Numero-09-3.jpg 752w, https://aboia.ecoarglobal.org/wp-content/uploads/2014/01/Numero-09-3-250x300.jpg 250w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></a>Os direitos humanos nom fôrom regalados polas classes dominantes. Fôrom, pola contra, as classes oprimidas e a sua luita por umhas condiçons de vida dignas quem pressionárom para a articulaçom da Declaraçom dos Direitos humanos e os Pactos Internacionais dos Direitos Humanos.<span id="more-952"></span></p>
<p>Cumpre destacar que nom existem como tal, com essa visom individualista própria<br />
do capitalismo, os direitos individuais propriamente ditos. Os direitos humanos (direito à vivenda, à vida, ao trabalho digno, a liberdade de expressom, de reuniom, de viver na própria lingua, &#8230;) som direitos coletivos na prática, pois o ser humano é um ser social e estes direitos existem numha pessoa enquanto a outra também desfruta do mesmo. Do contrário, que sentido tenhem?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Nom existem como tal os direitos individuais. Os direitos humanos som direitos coletivos</strong> <strong>na prática, que so existem numha pessoa enquanto a outra também desfruta do mesmo.”</strong></p>
<p>Mas, além disto, a própria organizaçom das pessoas, organizadas como povo diferenciado, possuem o direito a decidir, a autodeterminar-se ou a determinar-se<br />
livremente. Esse é o nosso caso, o galego, o da Galiza, inserida num conflito que<br />
leva a concretar este direito universal e inalienável mediante as sucessivas luitas.<br />
Pois a nossa naçom, como o resto, nasce dumha relaçom dialética entre a vontade<br />
subjetiva e as condiçons objetivas que a sustentam.</p>
<p>A vontade do nosso povo leva séculos existindo e reivindicando algo que se evidencia aceitado à força pola burguesia dos Estados opressores, o direito a decidirmos sobre os nossos asuntos. Isto é assim porque a teoria é desvirtuada e negada na prática.</p>
<p>A autodeterminaçom é impossivel sem auto-organizaçom. Só nós, os galegos e galegas, mediante organizaçons políticas, vicinais, sociais, feministas, culturais, desportivas, através da construçom de centros sociais autogestionados, onde se defenda e normalice a nossa língua, onde se recupere a nossa cultura e tradiçom popular, onde se divulgue a história do nosso país, onde se socialize a simbologia nacional, onde se construa um exemplo de auto-organizaçom popular, podemos dar a primeira mostra de que podemos<br />
decidir e tornar real um direito escrito em papel molhado.</p>
<p>Autora Centro Social LUME!</p>
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